Puff / Relevo 3D
A tinta cresce no forno e a estampa ganha volume ao toque. Vende sozinha em peça infantil e em linha premium.
Gaspar/SC · Brasil Capital Nacional da Moda Infantil desde 2009
Serigrafia industrial para confecção de moda — infantil, adulta, fitness, praia, uniforme e linha promocional. Fotolito, cromia e gravação de quadros são nossos, não de terceiro: é o que segura a cor, o prazo e a reposição no meio da coleção.
Certificada ABVTEX Habilitada FAMA 15 mil peças por turno Amostra antes da produção
Técnicas de estampa
Preço todo mundo cobre. O que diferencia uma coleção na loja é o acabamento — e é aí que a serigrafia em carrossel ainda ganha de qualquer impressão digital. Abaixo, o que a gente faz no dia a dia.
A tinta cresce no forno e a estampa ganha volume ao toque. Vende sozinha em peça infantil e em linha premium.
Película metálica aplicada a quente sobre a base. Brilho de espelho em dourado, prata ou holográfico.
Partícula refletiva na tinta, com brilho que muda conforme a luz bate. Clássico que não sai de moda infantil.
Camada transparente e espelhada, tipo verniz. Dá profundidade e molhado à estampa sem pesar a peça.
Aveludado ao toque, com fibra aplicada sobre adesivo. Acabamento macio, muito usado em letra e contorno.
Foto e degradê reproduzidos por sobreposição de retículas. Exige separação de cor precisa — a parte que fazemos em casa.
Registro fechado cor a cor, da primeira à última peça do lote. É o que permite estampa complexa em produção de verdade.
Puff com foil, cromia com glitter, base emborrachada, alta densidade. Manda a referência que a gente diz se fecha — e quanto custa.
O que você contrata
Tem cliente que compra a coleção estampada e pronta. Tem cliente que compra só a matriz e estampa na própria casa. Boa parte começou de um jeito e hoje usa os dois.
Serigrafia até 12 cores com registro fechado, para qualquer segmento de moda: infantil e bebê, adulto, fitness, praia, promocional e lote grande de uniforme escolar e industrial.
Foi com isso que a empresa abriu, em 2009, e seguimos vendendo separado até hoje — para confecções e para outras estamparias. Impressão de fotolito, separação de cores e gravação de quadros em madeira e alumínio.
Onde estamos
LEI FEDERAL 14.372/2022 · GASPAR · SANTA CATARINA
Gaspar é, por lei federal, a Capital Nacional da Moda Infantil — e já era a capital catarinense do mesmo setor antes disso. São mais de 870 confecções e cerca de 480 facções dentro da cidade. Aqui não é uma cidade que tem confecção: é uma cidade feita de confecção.
A SFX cresceu no meio dessa exigência, e foi ela que formou a casa — personagem, cor fechada e padrão que precisa repetir igual da primeira à última peça. Mas o carrossel não pergunta a idade de quem vai vestir: a mesma máquina de 12 cores que fecha o registro de uma estampa infantil roda moda adulta, fitness, praia, promocional e uniforme em lote grande.
Estamos em Santa Terezinha, em Gaspar, a minutos das confecções da cidade e a menos de meia hora de Blumenau, Ilhota e Luiz Alves. Na prática: amostra aprovada pessoalmente no mesmo dia, arte corrigida por telefone e reposição no meio da coleção sem depender de transportadora.
Parque de máquinas
As primeiras máquinas KTK que entraram no Brasil vieram de Portugal para cá. É esse parque que permite prometer prazo de indústria e não prazo de oficina.
Certificada e habilitada desde 2012, sem interrupção. São os dois requisitos que a confecção precisa ver no fornecedor de estampa para atender grande varejo e para produzir licenciado.
A empresa
Transformar ideias em arte impressa, com estampas criativas e de qualidade superior que expressem identidade, estilo e emoção — entregues no prazo combinado, para que a confecção cumpra a própria coleção sem sobressalto.
Ser referência em estamparia de alta qualidade, reconhecida pela inovação e pela capacidade de transformar ideias em produtos que inspiram e conectam pessoas — a primeira escolha de quem produz moda no Vale do Itajaí, a começar por Gaspar.
Valores
Nossa história
A SFX abriu em 2009. O ofício, porém, vem de muito antes — da oficina do meu pai, onde aprendi a estampar bem antes de aprender a vender.
Meu pai tinha a Serifaria Brindes e produzia panos de prato. Meu serviço era tirar a peça do berço — berço frio, de madeira, sem estufa e sem nenhuma automação. Cada passada dependia de mão firme e de paciência.
O fotolito daquela época a gente fazia à mão, com caneta nanquim e letraset, improvisando com o que existia de melhor. Uma matriz levava horas, e errar no meio significava recomeçar o desenho do zero.
Ali aprendi duas coisas que carrego até hoje: matriz mal feita estraga tudo que vem depois dela, e não adianta reclamar da ferramenta — se ela não existe, você se vira com a que tem.
Ainda na empresa do meu pai, implantamos a impressão de fotolito. Foi ali que aprendi a digitalizar, editar e imprimir — e vi na prática o que aquilo fazia com o serviço: o desenvolvimento encurtou, a gravação de matriz ficou precisa, e o que dependia do pulso passou a depender de processo.
De repente dava para repetir um trabalho idêntico meses depois, coisa impossível com nanquim. Essa parte eu nunca mais larguei — é a razão de, até hoje, fotolito, cromia e gravação serem feitos dentro de casa e não comprados de terceiro.
Em 2009 veio a hora de sair por conta própria e atender uma demanda que existia aqui: as confecções de Gaspar precisavam de mais opções e estavam mandando matriz para fora da cidade. Gaspar já vivia de moda muito antes de virar capital por lei — o título só reconheceu o que a cidade fazia havia décadas.
A empresa começou fazendo o que eu sabia melhor: fotolito, cromia e gravação de quadros. Sem carrossel, sem estamparia. Só a matriz, bem feita. E já nascemos atendendo trabalho para magazine, que é o cliente mais exigente que existe em separação de cor e em padrão de repetição.
O primeiro cliente que atendi naquele ano continua comigo até hoje.
Foi a mesma história de sempre: quem comprava a matriz passou a pedir a peça estampada também. Instalei o primeiro carrossel para atender pedido de cliente, não por plano de expansão — e acho que é justamente por isso que deu certo. A máquina entrou com serviço garantido, não com aposta.
Daquele ponto em diante o investimento em máquina não parou mais.
As duas vieram no mesmo ano, e não foi por vaidade. Era o que os clientes que fornecem para grande varejo passaram a exigir do fornecedor de estampa, e quem produz licenciado não consegue nem cotar sem isso.
Passar pela auditoria mudou a empresa por dentro: organizou processo, documentação e segurança do trabalho. Isso não aparece no site de ninguém, mas aparece na peça que sai daqui.
Em vez de esperar a tecnologia chegar ao país, fomos buscá-la: trouxemos de Portugal as primeiras máquinas KTK que entraram no Brasil. Hoje a planta faz 15 mil peças por turno e tem capacidade para mais de 500 mil peças por mês.
Já saíram daqui uniformes escolares e industriais para o país inteiro, coleções de moda infantil, adulta, fitness e praia, e linha promocional. E o fotolito, a cromia e a gravação continuam sendo feitos em casa — como em 1987, quando era nanquim, e como em 1994, quando virou digital. Mudou a ferramenta, não mudou o lugar. É o que permite corrigir uma arte no mesmo dia e repor no meio de uma coleção sem parar a produção do cliente.
Tem gente na equipe comigo desde 1999, de antes de a SFX existir. Quem sabe fechar um registro de doze cores não se forma em curso: se forma dentro da estamparia, ano após ano. Por isso a equipe aqui é tratada como o ativo que ela é, e não como custo — a máquina qualquer um compra; o pessoal que faz ela render, não.
Tem cliente conosco há mais de quinze anos, alguns desde o primeiro ano da empresa. É o número do qual eu mais me orgulho, e é o único que não aparece em folheto nenhum.
A Serifaria Brindes não existe mais, mas o conhecimento e a experiência dela seguem inteiros dentro da SFX — e a gente continua atrás de novidade, de técnica nova e de máquina melhor.
Como funciona
Pelo WhatsApp, com o tecido, a quantidade e o prazo que precisa. Vale foto de referência.
Com preço, técnica indicada para aquele tecido e prazo de entrega por escrito.
Gravamos a matriz e produzimos a amostra para você ver, tocar e aprovar.
Amostra aprovada, a coleção entra no carrossel — com o mesmo padrão da primeira à última peça.
Dúvidas frequentes
Depende da técnica e do número de cores, porque o custo da matriz é o mesmo para 50 ou 5.000 peças. Manda a arte e a quantidade que a gente diz na hora se o lote fecha — e, se não fechar, diz o que precisaria mudar para fechar.
Não. A infantil é a nossa origem, por estarmos em Gaspar, mas o mesmo carrossel roda moda adulta, fitness, praia, linha promocional e uniforme escolar e industrial. Já mandamos peça para o país inteiro.
Não precisa. Fotolito, separação de cores e gravação de quadro são feitos aqui dentro desde 1987. Você manda a arte em vetor ou em alta resolução e o resto é com a gente — inclusive a correção, se a arte vier com problema.
Trabalhamos com a peça cortada, do jeito que a confecção manda. Se a sua produção tem outro formato, fale com a gente antes de fechar a coleção — é melhor ajustar no orçamento do que no meio do lote.
ABVTEX é a certificação que o grande varejo exige na cadeia de fornecimento — sem ela, a confecção não consegue homologar o fornecedor de estampa. A habilitação FAMA é o que permite produzir peça licenciada. Temos as duas desde 2012.
Sim. Já saíram daqui uniformes e coleções para todo o Brasil, e atendemos também clientes de fora do país. Vale conversar sobre logística e prazo junto com o orçamento.
O prazo sai por escrito no orçamento, junto com o preço, porque depende de número de cores, técnica e tamanho do lote. O compromisso é outro: data dada é data cumprida, e qualquer mudança é avisada antes — não no dia da entrega.
Fale com a gente
Manda a arte, o tecido e a quantidade no WhatsApp. A gente responde com preço, técnica indicada e prazo.
Atendemos confecções de todo o Brasil e também clientes de fora do país.